O PAPEL DO AGENTE PENITENCIÁRIO NO PROCESSO DE HUMANIZAÇÃO NO PRESÍDIO FEMININO DO DISTRITO FEDERAL – COLMÉIA

Rosangela Azevedo, Mônica Silva, Débora Barros

Resumo


O tema desenvolvido neste artigo, derivado da monografia de mesmo nome, diz respeito ao papel que o agente penitenciário assume no processo de humanização no presídio feminino do Distrito Federal – Colméia. Usamos como base o pensamento teórico de Michel Foucault e Erving Goffmann sobre as dificuldades enfrentadas na prisão. O trabalho tem como objetivo: analisar o papel do agente penitenciário dentro do presídio feminino do Distrito Federal em seu relacionamento junto às detentas, em busca do manejo que este adota com elas, e busca-se, também, questionar se esta forma favorece ou não a humanização durante o período em que elas ficam detidas. Para abranger esse tema utilizamos como método de estudo a pesquisa qualitativa com a aplicação de entrevistas, no Presídio Feminino, com Agentes Penitenciários, Profissionais Administrativos, Chefes de Pátio e Detentas, e utilizamos a análise de discurso como ferramenta de trabalho, partindo do referencial acima citado. A pesquisa mostrou que ainda falta muito trabalho a ser elaborado para que o sistema prisional possa de fato, ser um local onde exista ressocialização e humanização. Conclui-se, portanto, que há necessidade de maior empenho por parte dos governantes, no sentido de melhorar o curso de formação e capacitação dos agentes penitenciários, tanto no quesito disciplina quanto de duração, para que sejam melhor preparados para a prática diária.

Palavras-chave: Humanização; Ressocialização; Mulheres; Presídio feminino.


Palavras-chave


Humanização; Ressocialização; Mulheres; Presídio feminino.

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