CRISE DO CAPITALISMO E SUAS IMPLICAÇÕES NAS POLÍTICAS SOCIAIS

Joseane Rotatori Couri

Resumo


Resumo: Esse ensaio tem como objetivo discutir sobre as implicações da crise estrutural do capitalismo nas políticas sociais, sugerindo que nesse contexto de crise, as necessidades do capital se sobrevalorizam em relação às necessidades humanas. Para chegar a esse objetivo, dividimos esse ensaio em duas partes. Na primeira, tem o intuito de discutir as categorias necessidades do capital e necessidades humanas. Parte do pressuposto, que essas duas categorias são antagônicas e contraditórias e que no sistema capitalista são irreconciliáveis. Porém, ambas precisam da presença de um Estado para garantir que essas sejam satisfeitas, denotando, portanto, o caráter contraditório do Estado. Na segunda parte, se tem como objetivo demonstrar os efeitos da crise, iniciada em 2008, nas políticas sociais. Percebe-se que o Estado injeta bilhões de dólares para salvar a economia, trazendo consequências negativas profundas para a classe trabalhadora, como o aumento do desemprego, por exemplo. Conclui-se esse trabalho afirmando que é preciso lutar contra essa estrutura que nos é imposta, onde desonera os mais pobres e enriquece os mais ricos, uma vez que os grandes prejudicados por essa crise estrutural do capital é a classe trabalhadora.


Palavras-chave


Necessidades humanas; Necessidades do capital; Crise Capitalista; Políticas sociais.

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