POLÍTICAS PÚBLICAS COMO FORMA DE PREVENIR ABUSO SEXUAL INTRAFAMILIAR CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Fernanda Figueredo Nascimento, Pedro Henrique Arazine de Carvalho Costandrade

Resumo


Resumo: O presente estudo aborda o problema da prevenção da violência sexual e física na família, devido ao silêncio da vítima e à falta de políticas públicas de prevenção. As consequências desta violência são grandes, para as vítimas, tanto físicas como psicológicas, gerando traumas irreversíveis. Devido à violência sofrida, a criança adoece, passa a ter comportamentos estranhos e antissociais, passa a ter um mau desempenho na escola, algumas se ver sem saída, e prefere muitas vezes sair de casa é se arriscar nas ruas, que por vez, acaba ficando exposta a outros tipos de violência. Uma das formas de prevenção seriam os meios de telecomunicação de massa, como jornais, revistas, TV, rádio e internet, uma das formas de chamar a atenção da sociedade para este problema social que ocorre em muitos lares. Os assistentes sociais têm um papel importante no aconselhamento e tratamento das vítimas nos centros de referência e atendimento a violência. A escola desempenha um papel fundamental, pois a criança frequenta diariamente, podendo ser observada pelo professor e outras autoridades, e pode estar em contato com profissionais qualificados, que ministra palestras sobre crimes de abuso infantil-juvenil. A sociedade também pode ajudar a prevenir os abusos sexuais, fazendo denúncias de atos atentados, bem como a violência praticada contra a criança e ao adolescente. A família e o Estado, por sua vez, têm o dever de proteger a criança e o adolescente de qualquer violência, um direito da criança e do adolescente previsto na Constituição de 1988.


Palavras-chave


Abuso sexual intrafamiliar, Políticas públicas, Consequência psicológicas, Criança e adolescente.

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